Perrengues happens 

E aí que somos, eu e o moço, aquele “tipinho de gente” que adora dar uma motocada.

Feriado de 1º de maio, bora fazer São Paulo-Floripa numa pernada só (haja bumbum minha gente!). Mas acordar de madrugada e ver o sol nascendo na estrada em cima de uma moto dá aquela energizada.

O resumo do primeiro dia é que entre as paradas para abastecer e esticar as pernocas, e uma erradinha de 30km no caminho (que rendeu um belo de um hambúrguer no Madero), chegamos já à noite na ilha.

Com o corpo moído, “descobrimos” que nosso hostel era lá do outro lado. O que são mais uns 30km né minha gente?

Segundo dia? Acordar cedo paraaaaaa…. mais motocada. Afinal a pernada toda era para descer a Serra do Rio do Rastro, distância de mais ou menos uns 200km dali. Quase chegando lá, a motoca começou a perder potência e acabamos ganhando uma “mira laser”.

Mas faltava tãoooo pouco… e lá vamos nós!

* eu e os “caras” *

* a vista lá de cima *

Curvinha para direita, curvinha para esquerda… e serra vai ficando para trás.

Sabe o ditado “Para baixo todo santo ajuda”? Descemos bem a serra, mas não foi o caso das retas e subidas para nossa moto. A solução foi fazer o restante do percurso de guincho (e esse seria só o primeiro deles).

O terceiro dia (que seria da nossa volta para São Paulo), foi de desejar boa viagem para os amigos e quebrar a cabeça para descobrir como levaríamos nossa motoca “gripada” para casa. Acionando a família, todo mundo no Google, acredite ou não achamos um mecânico num domingão para nos socorrer, Santo Gustavo!

Depois dos “primeiros-socorros”, demos uma chegadinha na oficina dele para umas soldas, mas a verdade é que para a moto ficar 100%, só chegando em casa. De qualquer maneira o motor estava pronto para pegarmos nosso rumo. Hora de partir… dar tchau… fomos convidados para um super lanche que a mãe dele tinha feito para a gente (com direito a cuca de banana). Gentileza pura.

Já de noite, pé na estrada. Trânsito de volta feriado, super chuva na serra e chegamos congelados e molhados na metade do caminho (São José dos Pinhais). Hora de achar um hotel para dormir.

A volta, que levaria um dia, já ia entrando no segundo (quarto dia). Já no estacionamento, percebemos que a moto “cansou” de novo. Bora procurar mais um mecânico.

Mais um gincho, um diagnóstico igual e a mesma boa vontade de ajudar a gente. O conselho foi seguir só mais uns km, e antes da Serra do Cafezal, no pedágio, pedimos mais um gincho, mas a “carona” ia nos levar só até o próximo ponto de parada.

 * sensação do pedágio por alguns minutos *

Desce a moto de novo, chama o guincho do seguro, no mínimo uma hora de espera e aí apareceu o guarda-costas mais fofo do mundo. 

De quebra ganhei uma sala quentinha com tv para esperar, cortesia dos meninos da oficina que pararam de jogar videogame só para eu ficar lá. 

A visão mais bacana do dia foi ver o guincho chegando e o carro que iria nos dar carona. Cinco horas depois, já comecinho da terça…. Finalmente 12B!

Resumindo: a viagem até Serra do Rio do Rastro é muito bacana, quero ir de novo com mais tempo para explorar as cidadezinhas da serra Catarinense que vimos só de passagem; a vista lá de cima é linda, descer de moto aquele monte de curvas é sensacional (pena que rola um trânsito); perrengues happens e tem muita gente boa e gentil nesse Brasilzão.

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