mais uma sala de espera

Hoje eu começo tudo de novo. E comecei a pensar em quantas vezes a gente é capaz de recomeçar, em ter fé, em nos perdoar do que passou e a gente errou, em não querer antecipar (e temer) o futuro. Em ser capaz de viver um presente que não é o que a gente quer.

Quantas vezes ainda somos capazes de acreditar na gente. Eu não sei a resposta.

Sei que tentar entender tudo o que nos move a fazer algo por alguém é enlouquecedor, porque as possibilidades são várias, muitas vezes nem medimos consequências porque a gente sente que não precisa. Simplesmente fazemos, e pode ser por amor, por favor, por entender que muitas vezes as pessoas realmente precisam de nós. Tentar racionalizar isso é o que vai te deixar mais fora de órbita.

Mas tem hora que é tão difícil dar o primeiro passo só pela gente, só para a gente começar, só para a gente dar uma única chance para essa pessoa que tá aqui o tempo inteiro.

Ontem eu estava lá, em mais uma sala de espera.

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Estava ouvindo Slow Coming – Benjamin Booker

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