Sobre minhas janelas

Sempre tentei respeitar a máxima que o IG era para fotos, não para “textão”, mas ontem “precisei” tirar uma foto crua, uma foto de alma. Não é uma foto incrível, mas é um registro do que acontecia dentro do meu peito, aqueles sentimentos onde coração e cérebro brigam, não se conectam, e o coração vira seu corpo, e sim, vc sente o pulsar, o acelerar e descompensar da cabeça até os dedos dos pés.

Então replico aqui o meu “textão”, pq sei que o lugar dele é aqui

——–

Qdo eu era pequena morava num sobrado de 3 andares, tinha uma grade na minha janela… mas lá qdo eu tinha uns 10 anos, percebi q era só desparafusar e fiz isso numa tarde! Qdo meus pais chegaram à noite surtaram, mas eu simplesmente expliquei q me sentia presa, q a casa tinha alarme, q era muito alto para alguém conseguir escalar… e q eu não queria ter nada entre eu e o céu. A bronca foi gde… mas consegui ficar sem as grades. Mal sabiam os meus pais q praticamente toda noite eu colocava música na minha vitrola preta, e sentava ali na janela, nada impedia q eu caísse, não havia mais grades, eram 3 andares p baixo… mas eu nem me preocupava com isso, pq na verdade eu gostava de sentar ali ouvindo música e olhando o céu sem grades, pensava no q eu ia ser “qdo crescer”.

Aqui não tem grades, não tem queda, mas tem o céu q continua me acompanhando, e o Pico do Jaraguá p eu fixar o olhar e tentar visualizar o q vem pela frente.

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