Paz estranha

Faz tempo que eu não sorria à toa. Na verdade nem sei bem porque eu estou sorrindo, minha vida nunca esteve tão bagunçada… fisicamente, emocionalmente, profissionalmente e todos esses “mentes” que a vida adulta traz. (E olha que de bagunça eu entendo, os Virginianos que me perdoem)

Essa semana revi muita gente importante na minha vida, e mais uma vez senti saudade daquela moça que todo mundo sente também.

Por algum momento senti que estava voltando… e dei de cara com uma vida que não planejei e muito menos sonhei.

Respirei fundo, muitas e muitas vezes. Ainda não quis olhar no espelho… mas como uma lembrança quase biológica recordei que tudo o que eu tenho é o que estou vivendo hoje.

Sobre o passado?

As coisas boas… não tenho como reviver, só lembrar.

As ruins? Não adiantam ser remoídas, não tem como mudar o que já aconteceu; nem é solução tentar esquecer… e o que fazer com elas? Aprender. O aprendizado é tudo o que devo levar das coisas ruins, o sofrimento não precisa mais ser bagagem.

Sobre o futuro?

Preciso estar alerta e aberta para os “bons ventos” que aqui em mim farão sua curva.

Sobre hoje?

É cada vez que você inspira e expira.

Breath.

=]

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